segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

CONFUSO?!

Durante a reunião pública de hoje, e questionado pela Vereadora Helena Roseta, o Vereador das Finanças da CML afirmou que o chumbo do empréstimo pelo Tribunal de Contas representa um prejuízo de um milhão de euros por mês à autarquia, adiantando, no entanto, que precisaria de um mês para apresentar uma estimativa melhor fundamentada.

Na sexta-feira, António Costa tinha declarado que, afinal, o empréstimo já não seria necessário e que, a contrair algum crédito, a autarquia poderia fazê-lo fora do âmbito do Plano de Saneamento Financeiro, uma vez que metade das dívidas já se encontram pagas.

Assim, o edil esclareceu que a CML não iria recorrer da decisão ao Tribunal Constitucional, contrariando as afirmações de José Sá Fernandes sobre a mesma matéria, em que o Vereador do Ambiente tinha anunciando que o recurso era uma certeza.

Ou seja, para António Costa, a Câmara Municipal de Lisboa recorreu de uma decisão do Tribunal de Contas com vista à obtenção de um empréstimo que afinal não é necessário. Por não ser necessário, e mediante novo chumbo, não apresentará recurso ao Tribunal Constitucional. O Vereador José Sá Fernandes diz que a autarquia vai recorrer e o Vereador José Cardoso da Silva revela que o chumbo representa um prejuízo mensal aproximado de um milhão de euros.

OK. Isto é confuso... o Presidente diz uma coisa mas os seus "Zés" afirmam o contrário... afinal o que se passa?

25 comentários:

Fernando disse...

"...os seus zés". Os seus Zés!.. Que raio de linguagem é esta? Agora é assim que se trata, com desdém, com desprezo, uma pessoa que já foi o seu Zé? Custa-me muito ver o Bloco (alguns bloquistas)enveredar por estes caminhos. Triste, muito triste.

Anónimo disse...

Fernando infelizmente , isto é do mais puro sectarismo.

Certamente nestes cidadãos a linha PCP fez escola.

Nunca esperei ver o BE utilizar este tipo de linguagem para criticar o José Sá Fernandes, espero que esta corrente de pensamento , e este tipo de linguagem seja muito minoritario no BE, ou então estão a criar um PCP numero 2.

Augusto Pacheco

Anónimo disse...

Sinceramente, não percebo os comentários anteriores. Afinal, o primeiro nome dos vereadores do Ambiente e das Finanças não é José? Sectarismo é agarrarem-se a um preciosismo nominal para fugir ao essencial que parece ser o facto de António Costa desmentir (e ser desmentido)afirmações dos vereadores do seu executivo. Este blog está minado de comentários apolíticos e de ataques sem sentido. Não deveríamos elevar o debate? No fundo, o que pensam os anteriores comentadores sobre o empréstimo?

Anónimo disse...

O bloquista Fernando insurge-se contra a linguagem. Muito bem, deveria ser mais ponderada, de facto. Mas gostaria de o ver tomar uma posição clara contra a atitude do vereador Sá Fernandes que, apesar de ter sido eleito com a confiança dos bloquistas, já anda a fazer campanha pelo António Costa/PS. Não acha que é, pelo menos, éticamente reprovável?

Anónimo disse...

O emprestimo serviria para pagar os calotes do Santana e do Carmona.

O Bloco na altura defendeu a medida com unhas e dentes.

Hoje se alguem mudou foi o Bloco, pois parece que pagar as contas aos fornecedores, é um assunto que deixou de preocupar certos comentadores do Bloco, sobretudo em Lisboa.

E pelos vistos já se prepara a candidatura daquele, que se fosse eleito, iria uma vez mais, perdulariamente delapidar os fundos publicos, sem quaisquer consequências.

Santana Lopes se isto fosse um País a serio, e os Lisboetas cidadãos responsaveis, o que deveriam de exigir, era que o homem pagasse do seu bolso, a fotografia com o Frank Ghery, que custou quase TRÊS MILHÕES DE EUROS.

Isto sim são assuntos que merecem denuncia, e que deveriam mobilizar todos os Lisboetas , não deixando esquecer, o que foi Santana Lopes e Carmona Rodrigues,ou antes o PSD e o CDS na Camara.

Em lugar disso ,o bombo da festa é o José Sá Fernandes.

Um divorcio que começou por ser por mutuo acordo, está cada vez a transformar-se num bota abaixo, que não prestigia o BE, e pouco já prejudica o Sá Fernandes.

Esperemos que dentro de dois anos mais ou menos, não estejam a escrever sobre a Roseta, aquilo que hoje escrevem sobre o Sá Fernandes.

É que os independentes são muito imprevisiveis.

Augusto Pacheco

Anónimo disse...

Um esclarecimento, por favor. O BE fez alguma declaração contra o empréstimo? Que eu tenha conhecimento não. Do mesmo modo, não encontro qualquer referência neste blog sobre essa matéria. Que necessidade de repudiar os redactores do Gente de Lisboa. Este post coloca uma questão interessante: afinal qual é a posição da CML sobre o novo chumbo? E quais são as reais consequências do mesmo nas finanças da cidade?

Isabel Faria disse...

Contrariamente ao Fernando, eu sempre tive uma posição clara e pública contra o Acordo de Lisboa. Contra muitas das opções políticas do vereador José Sá Fernandes.
Outras,menos públicas, mas claras onde tinham de ser, contra muitas das suas atitudes. Comecei a pedir clarificações meses antes delas serem feitas. Estou pois completamente à vontade para também eu dizer que acho infeliz este tipo de linguagem. E nem vale a pena vir com a história do 1º nome dos vereadores.Não há ninguém ingénuo aqui.

Penso que tinhamos todos a ganhar em voltar a discutir politica e politicas. Seriamente.

Anónimo disse...

Se este é mau que dizer do outro lá em baixo com o título "FOI FAZER XIXI..."
Eu que estive contra o acordo desde o primeiro segundo acho deplorável este estilo de fazer "política". Tão deplorável que nem associo o meu nome a este blog.

Anónimo disse...

Zézistas uni-vos contra o blog que vos incomoda tanto !! ;)))

Anónimo disse...

O que é verdade é que ainda ninguém explicou a tal votação do xixi. Até eu gotava de saber o que se passou.

Anónimo disse...

O que é deplorável, como diz um dos anteriores anónimos, são os saneamentos políticos no gabinete do vereador sá fernandes. Nem a adjunta dele se safou. E falam do PCP.

Isabel Faria disse...

Ùltimo anónimo, isso faz parte daquelas aitutudes que já esparavamos, tendo em conta os antecedentes. Lamentáveis, mas que não justificam outras. Alias, acho que nunca uma atitude lamentável serve para justificar outra aitude lamentável.
Queres um desejo de Natal: olha que tenhamos aprendido. Ou, por outras palavras, que não nos metamos noutra. Possivelmente pior. Amén. dado o espírito da quadra...

Ah, é verdade: como sou a única que me identifico...e como tenho a certeza que TODOS os que por aqui passaram sabem o que penso, presumo que o Zezista não é para mim

Por Lisboa disse...

Sou daqueles que também não consegue compreender tanta celeuma com este post. De qualquer modo continuo é sem perceber o que se passa com o empréstimo. Vai haver recurso ou não? É necessário ou não? Quais os seus custos? Alguns dos comentadores pode-me esclarecer? Esta é a questão que interessa responder, não vos parece?

Corredores incertos disse...

Segundo apurei parece que o vereador correu com as pessoas de maior confiança do BE. A adjunta e uma assessora seriam os elementos incómodos do gabinete do Sá Fernandes. Assim que pode o vereador despachou-os! Isto sim, é a verdadeira PURGA! Qualquer oposição interna é saneada.

Isabel Faria disse...

Há uma coisa que me surpreende: sabendo há quanto tempo o Vereador não ouvia o Bloco, alguém acha estranho a forma como agora agiu em relação aos seus assessores?

Quanto à celeuma: era apenas uma tentativa, pelos vistos frustrada, de recolocar as questões no seu lugar (ok, desculpem a pretensão: naquele que eu considero ser o seu lugar).
Não mais que isso.

Fernando disse...

O anónimo do 3º comentários acha que a frase "os seus zés" -os zés do Presidente; é um preciosismo e o do 4º comentário...bem...enfim, acha que foi imponderada. Meus caros, não se enganem: aquela frase não é sectária. É indigna. Já para não falar do post mais atrás do “ir fazer XIXI” ou do comentário de outro anónimo, classificando-nos de zézistas. Nós podemos discordar politicamente, não vem mal nenhum mal ao mundo, mas não devemos, se queremos merecer o respeito, achincalhar os nossos companheiros, os nossos aliados, os que vamos encontrar no fim do caminho, nos combates que temos de fazer (e SF tomou mesmo a comando, antes do Bloco, na Câmara). A esquerda é plural e não temos de estar todos de acordo. Sempre. Nem o Bloco é um fim mas apenas um instrumento de combate, que pode acabar amanhã, se uma nova perspectiva surgir, mais abrangente, mais consolidada. Tivesse o Bloco tantos e tão bons autarcas, como foi SF e continua a ser, para mim, SF. Falo por mim, por exemplo...para não ferir susceptibilidades.
A Isabel (vai ficar zangada comigo, mas paciência), faz três comentários que dão para todos os gostos, parecendo que mais interessada em reafirmar que ela e o seu grupo é que tinham razão do que combater este tipo de atitudes. Este desejo incontido em querer mostrar que se teve ou tem razão incomoda-me, confesso. Mas razão em quê? Em estar contra o acordo? Ou em estar contra o acordo sendo SF o vereador e Costa o Presidente? E se fosse, sei lá, o Francisco Louçã o vereador com Costa a presidente? Será que com Louçã (ou outro dirigente conhecido) o problema se colocava? Se fosse um desses dirigentes, o vereador, não eram suficiente garantia de que o acordo era cumprido ou denunciado? O problema não era pois o acordo. O acordo de Lisboa era um bom acordo. O problema também não era SF. SF tinha dado provas (embora desde o início, para essas correntes, estar contra o acordo, foi estar contra SF ...incompreensivelmente) de ser sério, capaz e estar verdadeiramente interessado em cumprir o acordo. O problema era mesmo estar "dentro". Estar a governar. Esse é que era (é) o problema quando se tem uma cultura de contra-poder (eu também a tenho, mas acho que o tempo ensina-nos alguma coisa, não?). E quando se exercem funções executivas, às vezes, nem tudo o que parece é, por muito que isso custe a admitir, nem sempre é fácil conciliar a pressa em resolver os problemas, com a existência de alguns obstáculos, não previstos. O que é preciso é acreditar nas pessoas, até que nos provem que não merecem a nossa confiança e deu provas no passado. Não aceitar o acordo, negar participar numa solução para Lisboa ...depois de SF e o Bloco terem reclamado a união de todas as forças (que não tiveram culpas pelo estado a que Lisboa tinha chegado), para uma solução governativa que resolvesse os graves problemas criados pelos executivos de Santana/Carmona, isso sim era absolutamente irresponsável e incompreensível para os eleitores. Por fim dizer à Isabel que não é apenas a única que se identifica nestes comentários, e para que não suscita dúvidas, também a minha posição é clara e pública desde o início, embora em sentido contrário. Tentando ser mais claro: fui e sou a favor do acordo, fui e sou um apoiante do SF –acredito que se mantém fiel ao programa e ao acordo de Lisboa e que apenas, razões fortes de impossibilidade técnica ou financeira, tem impedido que algumas das medidas previstas, não fossem ainda conseguidas, como, felizmente, conseguiu com a integração dos precários, o plano verde, o combate à corrupção pela transparência, entre outras.
Por fim, dizer e perguntar ainda à Isabel e a outros comentadores que referem o mesmo: não sei o que se passa com os assessores de SF, saneamento dizem. Mas não Vos afigura que os assessores de SF, indicados pelo Bloco, a não ser que se manifestassem solidários com o vereador, devessem sair depois do Bloco retirar a confiança a SF? Não entendo a não ser que seja outra coisa mas como ninguém diz nada de concreto… mas ficam mais uns registos, pouco políticos: “são os saneamentos políticos no gabinete do vereador sá fernandes. Nem a adjunta dele se safou”- anónimo; “Segundo apurei parece que o vereador correu com as pessoas de maior confiança do BE. A adjunta e uma assessora seriam os elementos incómodos do gabinete do Sá Fernandes” – Corredores incertos; “isso faz parte daquelas altitudes que já esperávamos, tendo em conta os antecedentes” –Isabel. Fica uma última pergunta, mas virada ao avesso da pergunta/resposta da Isabel. há quanto tempo o Bloco não ouvia o vereador? Quantas vezes pediu reuniões e SF negou reunir-se com o Bloco? Não era o Pedro Soares o chefe de gabinete e sendo-o não conseguia falar com SF? Será que o Bloco não tem culpas nesta falta de diálogo? Onde está a auto-critica? Como interpretam a posição dos renovadores comunistas? Agora mesmo para terminar: o Bloco devia ter levado até ao fim o compromisso, demarcando-se no que entendesse demarcar-se, como até aqui e no fim, claro anunciar que não haveria condições para renovar o entendimento, sem ressentimentos.

Anónimo disse...

Fernando, apenas para devido esclarecimento:
1 - O Bloco não denunciou o acordo com o PS e continuará a exigir, até ao fim, que seja cumprido.
2 - O Bloco apenas declarou que não se sente representado no executivo pelo vereador independente Sá Fernandes.
3 - Para que haja diálogo são necessárias duas partes e o vereador independente Sá Fernandes, apesar das insistências do Bloco, deixou de estar disponível para esse efeito (apesar de publicamente dizer o contrário).
4 - O Bloco nunca exigiu fidelidade acrítica aos assessores do gabinete do BE na Câmara contratados por indicação do vereador independente Sá Fernandes.

Certamente que a opinião do Fernando é respeitável, mesmo não merecendo o acordo de alguns, mas não é justo tentar suportá-la em considerações completamente infundadas.

Anónimo disse...

Já lhe acho piada. A Isabel Faria passa os seus santos dias a tentar redimir-se de ter sido uma das mais indefectíveis apoiantes do Zé. Agora diz que o mal esteve no acordo.Como assim? Quem se passou para o PS foi o vereador, não foi o acordo. Quem se portou mal foi o vereador que apoiaste e não o acordo que mais não fez do que integrar políticas do programa eleitoral do BE. Abre os olhos e vê a realidade, Isabel!

Anónimo disse...

Essa tá mesmo boa e só dá vontade de rir. O Fernando ou é ingénio ou está a mangar com a malta. Então não percebes que o Zé deixou de ter diálogo com o pessoal do BE porque a partir de certa altura passou a apostar no cavalo do PS? Autocrítica de quê? Do Zé querer assegurar que tem um pelouro nos próximos 4 anos? Tá bem que estamos no Natal, mas esse espírito de dar a outra face depois de termos levado um ganda sopapo é de bradar aos céus!

Fernando disse...

caro anónimo último: finalmente alguém que tenta esclarecer alguma coisa, embora discorde de alguns dos considerandos.
1 - o Bloco não denunciou e fez bem. embora agora não tenha oficialmente a quem entregar a incumbência de o cumprir. espero que SF continue a defendê-lo.
2 - certíssimo. também não se pode esperar que SF represente o Bloco, mas sim a coligação de forças que o apoiaram. agora deve apenas lealdade ao programa e ao acordo.
3 - "deixou de estar disponível...". percebo-o. no lugar dele talvez fizesse o mesmo. agora.
4 - não sei, como disse, o que se passou com os assessores do Bloco no gabinete de Sá Fernandes. mas em qualquer dos casos, admitindo que SF prescindiu dos seus serviços, aceito essa decisão, na medida em que estando eles em representação do Bloco -partido que deixou de confiar no vereador, a não ser que esses assessores, marcassem uma posição nesta matéria diferente da do Bloco, ele se veja impelido a não querer trabalhar, com alguém que nele não politicamente, pese mesmo o facto de os assessores não serem de uma fidelidade acrítica. Julgo mesmo que o Bloco e não sei se isso aconteceu, dado ter perdido a confiança, deveria mesmo tomar a iniciativa de retirar ou colocar disposição os lugares.

Por fim, caro anónimo, pode não concordar com as minhas posições, mas a minha posição é fundada no que me é dado a conhecer, no que leio, nas conversas que tenho, na opinião que formulei -que pode estar errada em alguns aspectos (também não tenho a informação toda) mas que não é propriamente gratuita ou sustentado em factos infundados. Obrigado contudo, pelo tom sereno, com que me respondeu. desta parte do Bloco gosto. de uma outra que manda umas bocas, e se julga, um pouco como o PCP, a dona das certezas absolutas e se julga arrogantemente superior, moral, intelectual e politicamente, não gosto nada. mas também sei que não é fácil e por isso vou respeitando. o Bloco desenhou um percurso que não se coaduna com certas atitudes.

Fernando disse...

o anónimo último que me referia é afinal o antepenúltimo se entretanto não entrar outro comentário.

Pois anónimo último (espero que sim): "passou-se para o PS". Esse discurso é muito interessante. E de facto continuo a ser muito ingénuo, acredita, apesar dos meus quase 54 anos e depois de ter passado por muita coisa (e por muita gente - na OCMLP, no PCR, na UDP) na luta política, gente que curiosamente foi sempre muito mais "esquerdista" que eu. Só que agora estão na direita. Pois é!

Anónimo disse...

Fernando,

1 - O Bloco tem uma voz em Lisboa, independentemente dos cargos que ocupe, que lhe é conferida pelo seu peso político na cidade, pelos seus 5 deputados municipais e pelos seus mais de 40 membros em assembleias de freguesia, a quem caberá exigir do PS o cumprimento do acordo. Infelizmente, SF não tem assegurado o seu cumprimento.
2 - O Bloco tem um único e essencial elemento de compromisso no âmbito da candidatura "Lisboa é Gente" - um programa eleitoral próprio e alernativo à das restantes forças. Objectivamente, SF deixou de lutar por esse programa. Não há uma única proposta apresentada por SF na CML que marque a defesa desse programa.
3 - Desde a direcção da própria campanha até à condução política do mandato, que o Bloco sempre defendeu a partilha das decisões e sempre cumpriu lealmente com essa posição, mesmo tendo algumas vezes discordado do então candidato SF e, posteriormente, do vereador SF. Lamentavelmente, SF rompeu, sem o comunicar ou sequer o querer discutir, com esta prática de debate e partilha com o seu principal parceiro de candidatura. Absolutamente injustificável.
4 - Imagine o que seria se SF fosse substituido por um vereador do BE e este, como primeira medida, despedisse os assessores que não lhe declarassem fidelidade pessoal? Seria deplorável, porque a única fidelidade que pode ser exigida a um membro daquele gabinete é com o programa da candidatura "Lisboa é Gente".

Tem razão, o Bloco desenhou um percurso político de tolerância, pluralidade, transparência política e defesa coerente de princípios. Por isso foi obrigado a tomar a posição que tomou em Lisboa.

Anónimo disse...

Estou mesmo à espera de ver o Fernando a dizer que se deve apoiar o Costa e votar no PS porque o Zé faz parte da lista (para além do perigo do Santana!). Uma aposta?

Anónimo disse...

Oh Fernando, não estava à espera dessa. O Bloco retirar os assessores do gabinete do Sá Fernandes? Essa é à PCP! Os assessores podem ter sido indicados pelo Bloco, mas têm contratos individuais de trabalho com a Câmara. O Bloco não manda neles, espero eu! Só rescindem o contrato se for essa a sua própria vontade individual, não é verdade? Segundo julgo saber, há assessores que são militantes do Bloco mas aceitaram as condiçõe do vereador e por lá continuam. Achas que o Bloco devia dar uma ordem para que todos os assessores que tinha indicado pedissem a demissão? Que coisa mais absurda! Tão democrata e tolerante para umas coisas e tão stalinista para outras...

Isabel Faria disse...

Chateada contigo, Fernando?
Claro que não...aliás basta passares pelo Troll, para veres que eu não tenho feito outra coisa do que camapnha eleitoral...para a Moção que livremente subscrevo para a Convenção do Partido onde livremente milito. Acertaste na mouche. Foi isso que aqui fiz. Ainda bem que entendeste...espero que todos tenham entendido também.
Aliás eu sou o tipo de pessoa que quando quero fazer camapnha, disfarço, para ver se vocês não notam...tipo meto colheradoas, raramente falo claro, escondo o que penso, dissimulo, disfarço...

Desculpa, Fernando, mas de vez em quando falta-me a paciência. É da idade. E não fico zangada, apenas e só sem paciência.