PSD - A POLÍTICA DE CALOTE

Com este empréstimo, a Câmara conseguiria pagar a dívida a curto prazo a fornecedores, contraída até à tomada de posse do actual executivo, e diminuir os encargos com juros.
Francisco Louçã apontou também o dedo aos sociais-democratas por criarem uma "maioria falsa" na Câmara de Lisboa para se negarem a pagar dívidas contraídas pelo próprio e considerou, assim, "extraordinário que um partido que tem 15% dos votos, que teve medo de ir a eleições para a Assembleia Municipal e acha que, porque tem administrativamente uma maioria passada, pode utilizar, por isso, uma maioria falsa para conseguir impedir que se paguem as contas que os próprios criaram".
"O PSD, um partido apanhado com a mão no saco da Somague, uma grande construtora civil que o financiou contra a lei, vem agora dizer que não quer pagar as dívidas que o próprio PSD acumulou", rematou Louçã.
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