quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Reabertura de S. Pedro de Alcântara marca início de nova fase na vida dos miradouros históricos da cidade

Ás 11h30 de amanhã, dia 1 de Fevereiro, serão reabertos ao público o miradouro e jardim de São Pedro de Alcântara, no Bairro Alto, após as obras de requalificação, que incluíram a reconversão dos pavimentos, zonas verdes, mobiliário urbano, iluminação pública e zonas de repouso, limpeza e valorização do lago e melhoramentos no acesso à parte inferior deste equipamento, no valor global de cerca de 1 milhão de euros.
Tal como o vereador do Ambiente, Espaços Verdes e Plano Verde, José Sá Fernandes prometeu em Setembro de 2007 – quando as obras de requalificação foram retomadas, após terem estado nove meses suspensas – o jardim e miradouro foi concluído, antes do prazo legal, que termina no final deste mês de Fevereiro.
José Sá Fernandes congratula-se com a devolução deste espaço a todos os lisboetas e visitantes, que durante mais de dois anos estiveram privados de uma das mais belas vistas sobre a cidade e de um espaço de lazer com características de excelência.

Amanhã, o vereador do Ambiente e Espaços Verdes irá anunciar a instalação de duas cafetarias no jardim e miradouro, equipamentos que visam trazer uma nova vivência e revitalização a este espaço.
O vereador aproveitará a ocasião para anunciar o início do lançamento dos concursos para a requalificação de vários miradouros históricos da cidade: Monte Agudo (Anjos), Penha de França, Alto do Parque Eduardo VII (São Sebastião da Pedreira), Boto Machado (São Vicente de Fora), Torel (São José), Stª. Luzia (São Miguel), Senhora do Monte (Graça) e Miradouro da Graça.
A abertura do miradouro e jardim de São Pedro de Alcântara ao público marca o fim de uma época de abandono dos miradouros históricos da cidade, e o início de uma nova vida para estes equipamentos tão importantes para a cidade.
A CML convida os lisboetas a estarem presentes amanhã, na cerimónia de reabertura do miradouro e jardim e a usufruírem de todas as potencialidades deste espaço renovado da cidade.

[CO]

10 comentários:

Anónimo disse...

Vão ter, ou melhor... a esta hora, tiveram direito à fanfarra do exército, dos lanceiros ou do colégio militar? È que o acto tinha assim um carácter de "Te Deum" às acções do Sá Fernandes, que quer a todo o custo imacular a sua pessoa e as suas acções! São Sá Fernandes, o mais..., o tão... . Faltam-me os adjectivos para o adjectivar de forma divinal!

Tiago R. disse...

O lançamento de concursos (concursos de ideias ou concurso para adjudicação das obras?) muito bem!

Mas já há financiamento?

Anónimo disse...

Há por aqui um anonimo com dôr de cotovelo... Sá Fernandes CUMPRE.

Quanto á fanfarra do exército...o Carlos de Bragança, para ser bem lembrado, seria com coristas do MOULIN ROUGE....

Anónimo disse...

Já passei pelo S. Pedro de alcântara e gostei. Tinha uma certa curiosidade sobre a primeira obra do Bloco em Lisboa.Discreto, sem modernices, com gosto... e dentro dos prazos! Mantém a patine. Adorei aqueles bancos verdes, com costas, profusamente espalhados pelo jardim.

Anónimo disse...

Pequena correcção ao anónimo anterior. Avaliar o que é para avaliar. Esta obra já vinha de trás por isso não será propriamente a primeira obra do Bloco em Lisboa, quanto muito a sua primeira grande inauguração e conclusão de obra. Mas concorde-se que é suficientemente importante para marcar o caracter do seu modo de intervir.

Anónimo disse...

Agora é que foi a bonita.
Já todos tivemos certamente oportunidade de reconhecer que o túnel do Marquês, foi uma importante obra para a cidade de Lisboa. Certamente, hoje, todos dirão que foi pena não ter sido feita mais cedo, e certamente todos reconhecerão os benefícios que veio trazer.
Santana Lopes afinal tinha razão. Parece que quem nunca teve razão neste caso foi o senhor Sá Fernandes.
É bom que todos saibam que este "parasita" tem sido o pior inimigo da cidade de Lisboa.

Reparem:
Para sustentar o seu tráfego de influências na CML, o homem tem a seu cargo 9 assessores, 1 secretária, 1 chefe de gabinete. 2 motoristas e um contínuo, a esmagadora maioria militantes do bloco de esquerda. Com esta tropa toda, o homem custa à CML mais de 21.000 euros/mês.

Não bastava ter que se aturar isto mensalmente… quando agora se chega à conclusão que afinal o homem vai custar aos cofres da CML a módica quantia de 17,8 milhões de euros, devido à indemnização que a câmara foi obrigada a pagar ao consórcio construtor do Túnel do Marquês, como compensação dos atrasos induzidos pela providência cautelar que ele interpôs.

O golpe de “inteligência” deste energúmeno, relança novamente a discussão da responsabilização de políticos e detentores de cargos públicos a decisões ou tomadas de posição com consequências absolutamente devastadoras para os Portugueses.

Os políticos parecem gozar descaradamente com o cidadão. Por decisão de ministros temos idosos e crianças a morrerem dentro de ambulâncias e hospitais. Temos milhões gastos em estudos OTArios sobre localizações de aeroportos e comboios de alta velocidade, temos milhões gastos em tanques de guerra, quando o que fazia falta era reforçarmos o nosso poderio de fiscalização naval, temos milhões gastos na administração do Banco de Portugal e os tipos não querem ver o que está mesmo à frente dos seus narizes, etc… etc… etc…

E agora vem mais este, fazer sair dos cofres públicos 17,8 milhões de euros, directamente para os bolsos de empresas do sector privado. Será que o homem ainda vai receber comissão?

Porque não se responsabilizam estes espécimes?
Ai, se Portugal não fosse um país de brandos costumes…

in ccritica.blogspot.com

Anónimo disse...

Já passei pelo S. Pedro de alcântara e gostei. Tinha uma certa curiosidade sobre a primeira obra do Bloco em Lisboa.Discreto, sem modernices, com gosto... e dentro dos prazos! Mantém a patine. Adorei aqueles bancos verdes, com costas, profusamente espalhados pelo jardim.

:)
Esta demagogia bloquiana...
A 1ª obra do Bloco? A obra estava parada por falta de pagamento, sendo que a arquitectura e o mobiliário urbano já estava escolhido há meses!
Desbloqueado o empréstimo, pagou-se ao empreiteiro e este reiniciou as obras.
Ai estes bloquistas que mal chegaram ao poder apanharam os mesmos vicios de quem tanto criticam...

B Aranda disse...

A meu ver também é exagero dizer que o jardim é obra do bloco.

Mas também é claramente "dor de cotovelo" dizer que Sá Fernandes não teve nada a ver com o caso.

Comentários como o anterior demonstram um facciosismo incrostado de tal forma no subconsciente, que impede qualquer um de fazer um juízo político sério sobre o assunto.

Não foi desbloqueado empréstimo nenhum (continuamos à espera), foi sim dada prioridade ao espaço público ao mesmo tempo que se está a avançar com um plano de saneamento financeiro que procura aumentar receitas e diminuir o desperdício.

"Pagou-se ao empreiteiro" desvaloriza o comentador... Claro! Mas isso não é assim tão fácil. Se fosse fácil, até o Santana ou o Carmona tinham conseguido governar a Câmara e ter aberto o Jardim.

Ah! E acho muito bem as cafetarias!

Anónimo disse...

Fui eu que fui visitar o jardim e falei em "primeira obra do Bloco". Queria esclarecer que não sou do Bloco, nem votei no Sá Fernandes e por isso tive curiosidade em ver como era o resultado da acção desse vereador. Desculpem se disse alguma barbaridade, mas eu lembro-me de ver uma pintura no estaleiro do S. Pedro de Alcântara, escrita talvez um mês ou dois depois destas últimas eleições, a responsabilizar o Sá Fernandes por ainda não ter aberto o jardim. Assim não concordo. Alguns acham que quando é para dizer mal é "prá fentex", mas quando é para reconhecer obra e boas opções é um problema, é só rodriguinhos! Neste caso, qual é a dificuldade em dizer que cumpriu e bem com o que disse? Não é ele o responsável pelo pelouro? Oh meus amigos...

Anónimo disse...

Para o anónimo dai de cima...

Só lhe posso chamar IGNORANTE

Saberá por acaso que o Tunel NÃO ESTÁ ACABADO.

Sabe que o METRO, para não pôr em perigo a vida dos seus utentes, impediu que até hoje, a entrada do Antonio Augusto Aguiar fosse aberta ao Publico.

O Tunel do Marquês demonstra o pouco respeito que Santana Lopes e Carmona Rodrigues têm pelo dinheiro dos contribuinte.

Lançou-se uma obra á trouxe mouche, sem um plano, sem custos devidamente calculados , sem qualquer estudo de impacto ambiental, sem ter resolvido a questão do Metro, em suma total descontrolo e incompetência.

Mas depois de terem gasto fortunas para tirarem fotografias com um arquitecto americano, o que se pode esperar do Santana e do Carmona.

E repito o tunel do Marquês , OBRA INACABADA, não era uma prioridade para LISBOA.