Isenções e empréstimos

O valor em causa corresponde à ocupação da via pública e emissão de ruído entre os dias 5 e 31 de Maio. Diz o vereador que o festival dará "prestígio" à cidade de Lisboa e servirá para a "divulgar a sua imagem em Portugal e no Mundo", pelo que a isenção faz sentido. Mas não exisitirão outras formas de publicitar Lisboa além-fronteiras, menos "caras" para o erário público e com mais contrapartidas para os lisboetas?
Ainda ontem a CML aprovou o empréstimo de 30 milhões de euros para dar resposta a "dificuldades de tesouraria", mas cujo montante poderá não vir a ser utilizado, sendo uma salvaguarda para o pagamento do subsídio de férias dos trabalhadores.
Isenta-se por um lado, e contraem-se empréstimos por outro. Alguém percebe este tipo de gestão?
[CO]
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