sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Menos um carro!


A propósito do tema da mobilidade, descobri este blog: “Menos um Carro”. Muito bom!

Já está aqui ao lado nos Links sobre Lisboa, porque tem tudo a ver com Lisboa.

Sugiro a leitura deste post que tem a ver com a questão cultural que se falou na caixa de comentários do post anterior.
[BA]

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

A propósito dos Taxis, a Carris

Um taxista disse-me uma coisa óbvia – para quem conduz um táxi – que eu já tinha ouvido, durante a campanha quando fomos visitar as cooperativas de táxis:

A Av. Fontes Pereira de Melo tem demasiadas paragens de autocarro, o que entope totalmente a circulação na faixa BUS. Existem vários percursos, por toda a cidade, com paragens muito espaçadas. Não parece essencial que naquela avenida tenha de ser assim.
O problema é que temos uma CARRIS, desligada da cidade. Uma Empresa Pública, cuja tutela é do Governo Nacional em vez de ser do Governo da Cidade.

Estou convencido que se a CARRIS fosse uma Empresa Municipal – como propõe a lista “Lisboa é Gente” – haveria mais sensibilidade e rapidez na resolução de pequenos problemas como estes.


Para além disso, uma gestão mais próxima dos cidadãos, implicaria, com toda a certeza, ganhos no que diz respeito ao controlo democrático da gestão, ganhos de transparência e de combate ao desperdício (outras bandeiras desta candidatura).

Lembro-me bem de uma intervenção, em reunião de Câmara, da ex-Vereadora Marina Ferreira, actual Presidente da EMEL e quadro da CARRIS.

Dizia ela, precisamente neste contexto dos princípios da boa gestão, que, apesar de tudo, o que se passava nas empresas Municipais em Lisboa, não tinha nada a ver, pela positiva, com o que se passava em outras empresas, como a CARRIS, que ela conhecia muito bem.

[BA]

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Sá Fernandes propõe 86 quilómetros de percursos ligando espaços verdes na cidade


O vereador lisboeta dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes, quer 86 quilómetros de percursos a ligar os espaços verdes da capital até 2009, um plano que apresentou hoje a associações ambientalistas.

De Monsanto ao Parque das Nações, o projecto do Anel da Estrutura Verde pretende mostrar que «as pessoas podem melhorar a sua qualidade de vida» com os espaços verdes que existem em Lisboa mas que não estão ligados, afirmou Sá Fernandes.

«Em 2008 contamos ter tudo estudado e algumas partes do percurso completas», afirmou o vereador eleito pelo Bloco de Esquerda, afirmando que ligar todos os principais pontos verdes da cidade «custa tanto como fazer um jardim novo».

Além de «corredores verdes» entre os parques e jardins, o projecto pondera também abrir caminhos de ligação entre a malha urbana da cidade: uma das hipóteses prevê uma "rambla" pelo meio da avenida Duque d'Ávila em direcção a Oriente.

Sá Fernandes referiu ainda que há o projecto de fazer uma via para bicicletas ao longo de toda a frente ribeirinha de Lisboa e percursos históricos pelas colinas da Avenida da Liberdade, mas admitiu que não será possível fazer tudo até 2009, quando termina o actual mandato autárquico.

O projecto do Anel Verde implica ligar primeiro Monsanto ao resto da cidade, começando pela Tapada da Ajuda, outro espaço verde que está instalado mas que não tem ligação ao maior parque da cidade.

Sucessivamente, o plano supõe ligações que passarão pela Quinta da Granja, Parque Periférico, Quinta das Conchas, Campo Grande, Campo Pequeno, Vale de Chelas, Olivais, Vale do Silêncio, Parque da Bela Vista até ao Parque das Nações. Outras ligações previstas proporcionariam acesso da Tapada da Ajuda até ao Tejo e a ligação entre as duas metades do Parque da Bela Vista, bem como um acesso.

Sá Fernandes destacou a necessidade de garantir «acesso simples a pé ou de bicicleta» a todas estas áreas da cidade, citando situações como a do Parque da Bela Vista, ao qual os habitantes do outro lado da avenida Gago Coutinho só têm acesso de carro.


Até dá medo...


Já leram o SOL do último sábado? Conhecem a investigação que Luís Rosa fez acerca dos negócios Câmara/Bragaparques?

Parece que com Santana e Carmona a empresa minhota construiu um parque, com isenção de IMI, com condições de exploração muito vantajosas, isto tudo, apesar de ter perdido o concurso público.

Para além disto, os serviços da Câmara terão avisado: “a criação da estrutura enterrada irá afectar as condições de segurança das edificações e estruturas vizinhas”, mas apesar deste aviso, Santana Lopes anunciava “a la Santana”, em entrevista televisiva, que as obras em causa iam começar dentro de 3 semanas.

Enfim… vale a pena ler e continuar atento.

[BA]

Sá Fernandes reúne hoje com associações de defesa do ambiente


José Sá Fernandes apresenta hoje, dia 18, a estratégia de intervenção para os corredores verdes da cidade, a implementar até final do mandato.

Esta apresentação terá lugar no Hotel Mundial, no âmbito de um encontro/almoço do promovido pelo vereador com representantes de associações de defesa do ambiente – entre as quais a Lisboa Verde, GEOTA, Quercus, Plataforma por Monsanto, Liga para a Protecção da Natureza, GAIA - que contará também com técnicos da CML, do Pelouro dos Espaços Verdes.

Nesta apresentação pública o vereador do Ambiente e Espaços Verdes dará a conhecer os principais percursos de ligação às áreas verdes da cidade, que serão criados até ao final do mandato, em 2009.

Local da apresentação – Restaurante Varanda de Lisboa (8º Piso)
Hotel Mundial – Praça do Martim Moniz, nº 2
Hora - 14H30

O Gabinete do Vereador José Sá Fernandes

domingo, 16 de setembro de 2007

Sá Fernandes quer ver esclarecidos todos os negócios entre a CML e a Bragaparques


Na próxima sessão da CML de 19 de Setembro, o Vereador José Sá Fernandes irá apresentar uma proposta, subscrita pelos vereadore do PS, para que todos os actos praticados pela CML, que envolvam a empresa Bragaparques sejam esclarecidos.

A proposta prevê que "no prazo de três meses, todas as Direcções Municipais da CML prestem informação sobre todos os actos que relacionem os respectivos serviços com firmas do grupo Bragaparques" e emitam parecer sobre a sua conformidade com as regras legais aplicáveis.

Sá Fernandes defende também nesta proposta a constituição de uma Comissão com a finalidade de avaliar o terreno do Parque Mayer à data da escritura pública da sua permuta com parte dos terrenos de Entrecampos (antiga Feira Popular), conforme os índices de construção máximos permitidos pelos instrumentos de ordenamento territorial e regras urbanísticas aplicáveis.

A edição do Sol desta semana revela que a Câmara de Lisboa, durante os mandatos de Santana Lopes e Carmona Rodrigues, adjudicou à Bragaparques a construção e exploração de dois parques de estacionamento que a empresa tinha perdido em concurso público para a Somague.

A Bragaparques construiu os parques ignorando vários pareceres e ainda obteve uma autorização para duplicar a sua capacidade -a CML autorizou a construção e exploração de 850 lugares nos parques do Largo Vitorino Damásio, em Santos, e da Av. da Igreja, em Alvalade, quando a Somague apenas tinha ganho em concurso 345 lugares - pagando 16 mil euros anuais e facturando, só em 2005, 430 mil euros.

Em ambos os parques, a firma está isenta do pagamento do Imposto Muncipal sobre Imóveis. No caso do parque Vitorino Damásio, a renda anual a pagar à Câmara é de 16.460 euros, sendo que só no ano de 2005 a empresa de Névoa facturou neste parque 430 mil euros, segundo os números a que o Sol teve acesso.

Para a construção destes dois parques, a Bragaparques passou por cima de vários pareceres que impediam o andamento dos trabalhos, tendo construído, durante um ano e quatro meses, em terrenos camarários sobre os quais não tinha qualquer espécie de direitos. O parque Vitorino Damásio, por se encontrar na Zona Especial de Portecção do Museu de Arte Antiga, carecia de um parecer vinculativo deste organismo, que nunca foi emitido.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Costa afasta criação de «Chinatown» na Baixa


O presidente da Câmara de Lisboa esclareceu, esta quinta-feira, à TSF que não tenciona criar uma «Chinatown» na Baixa de Lisboa, uma ideia defendida pela ex-vereadora do CDS-PP, Maria José Nogueira Pinto, e que António Costa diz tratar-se apenas de uma «opinião pessoal».

O presidente da Câmara de Lisboa esclareceu que a autarquia não tem planos para que seja construído uma «Chinatown» na Baixa lisboeta.
A polémica instalou-se depois da ex-vereadora do CDS-PP, Maria José Nogueira Pinto, ter lançado esta ideia, dizendo que quer «abrir guerra» às lojas chinesas na Baixa-Chiado.
O Vereador José Sá Fernandes criticou estas afirmações e defendeu que Maria José Nogeira Pinto não tem condições para ser responsável pela implementação do Plano da Baixa-Chiado.
Questionado pelos jornalistas sobre esta matéria, António Costa sublinhou que a ideia não passa de uma «opinião pessoal» da ex-vereadora do CDS-PP, acrescentando que não tem qualquer intenção de fazer avançar uma cidade chinesa na Baixa lisboeta.
«Não devemos misturar as ideias pessoais da Dra. Maria José Nogueira Pinto sobre essa matéria, com um projecto ao qual ela esteve ligada, e que poderá estar no futuro se aquilo que a câmara entender fazer justificar a criação de uma unidade de projecto», disse.