domingo, 30 de setembro de 2007

Paula Teixeira da Cruz em apuros?

Parafraseando o Jornal de Notícias de hoje, a vitória de Luís Filipe Menezes ameaça provocar um terramoto no PSD. Após ferozes críticas a Marques Mendes e seus "muchachos" durante a campanha das directas, aguardam-se mudanças profundas.

A inimizade entre Paula Teixeira da Cruz e Helena Lopes da Costa é por demais conhecida. E é sabida a vontade da ex-vereadora de Santana Lopes de proceder à limpeza do rol de mendistas surgidos no âmbito das eleições autárquicas de 2005.

A ausência de coesão interna, aliada ao fracasso Carmona Rodrigues, tem oferecido um espectáculo de decadência política sem igual, de onde o desastroso resultado de Fernando Negrão nas intercalares foi apenas a gota de água que faltava.

Se a actual liderança na Assembleia Municipal de Lisboa ganhou com uma parca vantagem a disputa de então, contra o santanista Pedro Portugal, a reviravolta que a nova direcção nacional do PSD promete, deixa antever alguma turbulência lá para os lados da Avenida de Roma.

Enquanto os deputados municipais do PSD que perderam contra Saldanha Serra regozijam-se, Paula Teixeira da Cruz já assumiu que não está disposta a dialogar com a nova direcção.

Adivinham-se tempos muito animados no PSD Lisboa...

[AS]

sábado, 29 de setembro de 2007

PCP coligado com PSD e Carmona


O PCP tem dado provas, nas últimas semanas, na CML, de que está a caminhar (se é que o acordo já não está mesmo firmado) para uma coligação com o PSD e com Carmona Rodrigues.

Os vereadores comunistas votaram contra propostas de esquerda como a da criação de um orçamento participativo ou para a realização de reuniões descentralizadas de CML, com posições semelhantes às dos vereadores sociais-democratas e do movimento Lisboa com Carmona.

Por outro lado, o PCP centra a sua oposição no Bloco de Esquerda e no Vereador José Sá Fernandes, à semelhança do que fez o PSD que chegou ao ponto de colocar 'outdoors' contra o BE.

É de lamentar que não exista uma convergência à esquerda para resolver os problemas da cidade e que o PCP continue na senda das mentiras e insinuações falsas sobre a acção do Bloco e sobre o acordo firmado com o PS na CML.
O mais recente episódio desta obsessão foi o cumunicado divulgado ontem pelo PCP.

No texto são evidentes as inconsistências nas várias acusações.
O PCP mentiu quando diz que o Bloco não está de acordo com a entrada de trabalhadores avençados no quadro. Pelo contrário, o Bloco defendeu a integração desses trabalhadores no quadro e tudo fará nesse sentido.

O PCP mente na questão do Clube de Tiro em Monsanto. O Vereador José Sá Fernandes foi o primeiro a ter a coragem de dizer que se acabavam os tiros em Monsanto, devido ao fim da concessão que o clube tinha com a autarquia há 45 anos.

O PCP mente e continuará a mentir sobre a acção do Bloco na CML.
Por muito que custe ao PCP o Bloco continuará o seu trabalho e prosseguirá o seu programa de acção. Ás mentiras o Bloco responderá com trabalho e iniciativa política.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Lamentável...

Nos meus últimos tempos de militância no PCP dizia que até parecia que alguns camaradatinham como principal inimigo o Bloco, só depois o PS e por último a direita pura e dura.

O PCP de Lisboa está cada vez mais na mesma: Apesar dos últimos 6 anos de governo PSD/CDS na Câmara, nunca ninguém o viu de tal forma guerreiro como hoje em dia.

Mas a sua principal preocupação nem sequer é o PS e António Costa. É... o Bloco de Esquerda.

Recomendo a leitura deste comunicado, que contém tantas imprecisões (inverdades como se usa dizer) e tantas histórias contadas a meio, que mais vale ficar sem comentários.

Um autêntico documento de estudo sobre a história mais recente do PCP.

Hulk - Verde de Raiva

[BA]

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

José Sá Fernandes vsita o Parque da Bela Vista - 6ª - dia 28 - 11H


José Sá Fernandes visita o Parque da Bela Vista

Amanhã, dia 28 de Setembro, 11H

O Vereador do Ambiente e Espaços Verdes, José Sá Fernandes visita o Parque da Bela Vista, em Marvila, amanhã, dia 28 de Setembro, sexta-feira, às 11H, para mostrar os terrenos onde se prevê que será implantado o novo Instituto Português de Oncologia, na sequência da proposta aprovada, com esse teor, ontem na Câmara Municipal de Lisboa.

Ponto de Encontro - 11H - Junto à entrada do Parque da Bela Vista Sul

Como chegar ao Parque da Bela Vista - No prolongamento da Avenida dos Estados Unidos da América, sair na primeira à direita, entrar na Avenida Marechal Spinola, virar na primeira à direita, contornar o cabeço (passa-se debaixo de um viaduto que atravessa o parque), seguir até à Praça de Macau onde há um parque de estacionamento. O ponto de encontro é junto ao parque.

O gabinete do Vereador José Sá Fernandes
27 de Setembro de 2007

Parque da Bela Vista estará finalmente ligado à cidade

(Parque da Bela Vista)
A Câmara Municipal de Lisboa irá negociar com o Ministério da Saúde a instalação do novo Instituto Português de Oncologia, em terrenos que a autarquia irá ceder, em Marvila, de acordo com a proposta aprovada ontem, na sessão da CML, com os votos favoráveis do PS, BE e PSD.

O Vereador José Sá Fernandes, que desde sempre defendeu a manutenção do IPO no concelho de Lisboa, não pode deixar de se congratular com a aprovação desta proposta e com a solução encontrada para a localização deste equipamento fundamental para a cidade.

O terreno em causa, situa-se em Marvila e ocupará uma área total de 12,5 hectares. A área prevista de construção será de cerca de 29 mil metros quadrados, sendo que grande parte desta área se encontra fora dos limites geográficos do parque denominado Bela Vista Sul, nomeadamente na zona do cabeço confinante, sendo que se prevê, no entanto, o aproveitamento do casario existente no parque, para instalação do centro de investigação do novo IPO (edifícios degradados da chamada Quinta do Pombeiro).

Assim, ao contrário do que tem sido afirmado, a instalação do IPO neste local, não compromete o Parque da Bela Vista, ainda para mais porque existirá uma expansão dos seus terrenos, no sentido da cidade já consolidada, na área das Olaias e do Areeiro, para onde estava aprovado um inacreditável loteamento no Vale Vistoso e previsto um viaduto de 4 faixas por cima do parque.

Refira-se também que não existe qualquer ameaça em termos de conforto bioclimático, uma vez que o equipamento irá localizar-se sobre uma área de sistema seco/cabeço fora do Parque, beneficiando de ausência de humidade do solo e excelentes condições de exposição solar, adequadas a um equipamento desta natureza.

É certo que o pólo hospitalar integrará como área zona verde (entre o cabeço e o casario) uma área de cerca de 4 hectares do Parque da Bela Vista Sul, mas será garantido que esta área será de circulação colectiva e acesso livre pelo menos até às 24 horas.

Por outro lado, os limites do parque serão re-alinhados, mantendo as áreas de encosta e de vale encaixado em redor disponíveis para receber a sua expansão, nomeadamente o Vale da Montanha que permitirá uma ligação verde contínua entre o Areeiro, Av. Gago Coutinho e Av. Dos Estados Unidos da América com o Parque da Bela Vista.

A estruturação destas novas áreas assenta em percursos exclusivamente pedonais e cicláveis, partindo das Olaias, Casal Vistoso e Areeiro / Av. Gago Coutinho, ligando-se assim, pela primeira vez, a cidade ao Parque da Bela Vista, actualmente sem facilidades de acesso, o que tem contribuído para lhe retirar visitantes e para a sua desertificação.
Uma das ligações fundamentais efectuar-se-á através de um passadiço pedonal e ciclável sobre o Vale da Montanha, numa extensão de aproximadamente de 170m.

Com a instalação do novo equipamento garante-se assim uma maior utilização e revitalização do Parque da Bela Vista e a sua expansão, e a permanência de um equipamento essencial na cidade principalmente numa zona (Chelas) que precisa de ser revitalizada e tem que deixar de ser guetizada.

O Gabinete do Vereador José Sá Fernandes

CML vai contestar junto do Governo construção de edifício do Terminal de Cruzeiros de Alfama



O vereador José Sá Fernandes apresentou na sessão da CML de ontem, 26 de Setembro, uma moção para que a autarquia conteste junto do Governo e da Administração do Porto de Lisboa a construção do edifício projectado para a zona entre o Cais de Santa Apolónia e a Doca da Marinha e o respectivo "muro", que integram o complexo do Terminal de Cruzeiros previsto para esta zona.

Com esta moção, aprovada por todas as forças políticas e que contou apenas com as abstenções do PSD, a CML assume pela primeira vez uma posição clara no sentido de rejeitar a construção deste edifício.

A Câmara Municipal de Lisboa exigirá também, de acordo com o texto aprovado, ser envolvida na discussão e aprovação de qualquer projecto para a zona em causa, bem como para toda a frente ribeirinha.

O projecto elaborado para a zona prevê a construção de um edifício entre o Cais de Santa Apolónia e a Doca da Marinha, propondo-se, para o novo terminal de passageiros, a construção de um " muro" de 600 metros de extensão e oito de altura na zona, obra que o vereador sempre criticou, pelo seu impacto visual, por representar um obstáculo no acesso e fruição desta zona e atentar contra o sistema de vistas de e para o Tejo.

No entanto, a consignação da primeira fase da obra foi anunciada em Abril do presente ano, sem que a Câmara Municipal de Lisboa jamais se tivesse pronunciado sobre o projecto em causa, o que apenas será feito agora, através do texto aprovado.

O PSD considerou que esta medida é avulsa, só mostrando disponibilidade para avaliar o plano para a frente ribeirinha no seu conjunto, por isso absteve-se na votação desta moção.

O vereador José Sá Fernandes considera que é necessário acautelar desde já a posição da CML face a esta zona em concreto, e à construção do referido edifício, não obstante toda a discussão que é necessário promover sobre a reabilitação da frente ribeirinha da cidade.

Refira-se ainda que, dado o Movimento "Lisboa com Carmona" ter apresentado uma moção sobre o mesmo assunto nesta sessão da CML, ficou decidido integrar a parte deliberativa dessa moção no texto do vereador José Sá Fernandes.

Desse modo a CML deverá ainda "expressar o profundo desagrado e indignação pelo facto de estar a ser feito um projecto desta envergadura e impacto sem que o município tenda sido ouvido" e também "pela forma de diálogo que a APL tem estabelecido com a CML" (Parte deliberativa da moção do Movimento "Lisboa com Carmona", integrada na moção do Vereador José Sá Fernandes).

Hoje o vereador José Sá Fernandes participará no debate "Construção de um terminal de cruzeiros em Alfama?", promovido pela Associação do Património e da População de Alfama e Forúm Cidadania Lx, no ISPA, pelas 21h. (Veja mais informaçao aqui)

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Moção sobre a construção do Terminal de Cruzeiros na zona de Alfama

O Vereador eleito pelo BE propõe hoje que a CML conteste junto do Governo e da Administração do Porto de Lisboa a construção do edifício projectado para a zona entre o Cais de Santa Apolónia e a Doca da Marinha e o respectivo “muro”.

José Sá Fernandes propõe ainda que o executivo decida exigir ao Governo que a Câmara Municipal de Lisboa seja parte na discussão e aprovação de qualquer projecto para a zona em causa, bem como para toda a frente ribeirinha.

O projecto em causa assume o levantamento de mais edifícios na frente ribeirinha, facto que atenta contra o sistema de vistas de e para o Tejo. Ora, o acesso e fruição da frente ribeirinha por parte dos lisboetas e visitantes é fundamental para a qualidade de vida urbana, direito inalianável dos cidadãos e cidadãs.

Assiste aqui ao debate desta moção, hoje, na sessão pública da CML, às 15h.

[AS]