Lisboa sabe bem em Agosto, com menos carros.
Segundo a Eurostat, Portugal é o terceiro país da União Europeia com mais automóveis por habitante (depois do Luxemburgo e Itália) e também o 2º que teve um crescimento mais rápido, nos últimos 10 anos, deste indicador (depois da Grécia).
Este indicador está correlacionado, sem dúvida, com o aumento do rendimento das famílias, mas também está fortemente correlacionado, com a ineficácia ou inexistência de políticas de mobilidade que privilegiem o transporte público e/ou a auto-locomoção em detrimento do transporte privado particular.
O excesso de carros é já – desde há bastante tempo – um dos problemas mais graves da cidade de Lisboa.
Na verdade, todas as candidaturas utilizaram durante a campanha o chavão “prioridade aos transportes públicos”, mas foi visível nos debates, nas propostas, nas iniciativas e no que estava escrito nos programas, que existem ideias e sensibilidade muito diferentes em relação ao problema dos carros e da mobilidade em Lisboa.
Agora que a direita se viu reduzida a 6 Vereadores na CML, espero que sejam finalmente implementadas as propostas que há tanto tempo toda a gente diz que são fundamentais mas que ainda ninguém teve coragem de as passar à prática.
Este indicador está correlacionado, sem dúvida, com o aumento do rendimento das famílias, mas também está fortemente correlacionado, com a ineficácia ou inexistência de políticas de mobilidade que privilegiem o transporte público e/ou a auto-locomoção em detrimento do transporte privado particular.
O excesso de carros é já – desde há bastante tempo – um dos problemas mais graves da cidade de Lisboa.
Na verdade, todas as candidaturas utilizaram durante a campanha o chavão “prioridade aos transportes públicos”, mas foi visível nos debates, nas propostas, nas iniciativas e no que estava escrito nos programas, que existem ideias e sensibilidade muito diferentes em relação ao problema dos carros e da mobilidade em Lisboa.
Agora que a direita se viu reduzida a 6 Vereadores na CML, espero que sejam finalmente implementadas as propostas que há tanto tempo toda a gente diz que são fundamentais mas que ainda ninguém teve coragem de as passar à prática.
[BA]





